GROOMING: PREENCHIMENTO FACIAL CLÍNICA ADRIANA VILARINHO

GROOMING: PREENCHIMENTO FACIAL

Hi, Buddies,

Assunto polêmico aqui no BK!

Eu sempre tive dúvidas e receios sobre preenchimento facial. Sabem como é, sempre vemos aqueles atores de Hollywood que “perdem a mão” e acabam exageram na aplicação e botox, preenchimentos e derivados. Bom, como sou curioso e gosto de me cuidar, fui até a Clínica Adriana Vilarinho e, além de ter feito a aplicação pela primeira vez, ainda bati um papo com a minha querida dermatologista, a Dra. Ivana Prado, que desmistificou toda as “lendas” por trás deste procedimento que, quando bem feito, só tem a nos ajudar a manter a pele mais bonita.

Eu adorei pois fiz um pouco na área do “bigode chinês”, já que na minha família ele é muito acentuado e estava começando a ficar profundo em mim. O resultado é ótimo além de muito natural.

GROOMING: PREENCHIMENTO FACIAL

Confiram abaixo como foi!

Blog do Kadu: Qual a diferença entre aplicação de toxina botulínica e preenchimento?

Dra. Ivana Prado: A toxina botulínica é usada na área da Cosmiatria para paralisar o movimento das rugas, principalmente entre os olhos, naquela expressão de quando se fica bravo. E o preenchimento é usado, como o próprio nome diz, para preencher rugas estáticas, cicatrizes atróficas, olheiras encovadas, além de promover volume, elevar o cantinho da boca e supercílios e também para delinear lábios.

BK: Quais os tipos de preenchedores mais utilizados?

DIP: Os preenchedores mais utilizados são: ácido hialurônico,  ácido poli-L-lático, hidroxiapatita de cálcio, polimetilmetacrilato  e colágeno. Aqui na Clínica Adriana Vilarinho não fazemos preenchimento com polimetilmetacrilato e colágeno.

BK: O que é o ácido hialurônico?

DIP: O ácido hialurônico é um polissacarídeo encontrado naturalmente na pele, no fluído sinovial, humor vítreo, na cartilagem hialina e em outros tecidos do nosso corpo. Na pele é sintetizado na membrana plasmática dos fibroblastos, sendo sua produção estimulada por vários mediadores inflamatórios e fatores de crescimento. Sua maior concentração esta na pele, sendo 55,9% do total de ácido hialurônico do organismo. O padrão de distribuição tecidual varia conforme a idade (declina com o tempo), a hidratação da pele e o fotoenvelhecimento.

BK: Qual a duração do preenchedor de ácido hialurônico? Ele tem um efeito acumulativo? A pele acostuma com o preenchedor?

DIP: Geralmente, a durabilidade do preenchedor de ácido hialurônico é de 8 a 12 meses, dependendo da concentração de ácido no preenchedor e do local injetado. Quanto maior a concentração de acido hialurônico, e menor a mobilidade do local injetado, maior a sua durabilidade. Ele não tem um efeito acumulativo. O que ocorre é que o preenchedor de acido hialurônico puxa e mantém as moléculas de água ao seu redor e, com isso, consegue formar um reservatório hídrico de longa duração, promovendo o aumento da espessura, da maciez e do viço da pele. Ele também contribui para o estímulo da produção de colágeno. A pele não acostuma com o preenchedor.

BK: Além do rosto, em quais partes do corpo pode se feito o preenchimento?

DIP: Pode ser feito nas ruguinhas do pescoço, do colo, nas celulites e em pequenas áreas de flacidez do corpo, com aquelas ruguinhas próximas aos joelhos e cotovelos.

BK: O preenchimento é um tratamento definitivo?

DIP: Os preenchedores permanentes são os de polimetilmetacrilato; os semipermanentes são os de ácido poli-l-lático e hidroxiapatita de cálcio e os temporários são os de ácido hialurônico e colágeno.

BK: O preenchedor de ácido hialurônico é uma substância segura?

DIP: Sim, quando aplicado com a assepsia e técnica correta. Vale lembrar que é muito importante saber a procedência do preenchimento de ácido hialurônico que seu médico usa. Na literatura é descrito reação de hipersensibilidade em somente 0,1% dos pacientes tratados com ácido hialurônico.

BK: Quais são as contra-indicações para o preenchimento de ácido hialurônico?

DIP: Infecção ou inflamações ativas na região a ser tratada; doenças sistêmicas descompensadas, de coagulação e de cicatrização; uso de anticoagulantes; hipersensibilidade aos componentes do preenchimento ou anestésicos, gestantes, lactentes e crianças e por ultimo porém  não menos importante , expectativas não realistas do paciente.

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